O QUE É A COLETIVA

Uma política da vida como resposta à política de morte que se apossou do nosso país: assim nasceu a Coletiva. Uma candidatura que reafirma os valores que nos tornam humanos e aquilo que nos é mais caro: a defesa da vida, em todas as suas dimensões. É isso que nos une e nos move a encarar o debate com a cidade em tempo de descrença e descrédito do fazer político. Por isso, a defesa central do SUS e da Cidade do Bem Viver.

Movimento de LUTA

Em quatro anos, retrocedemos décadas em direitos, participação popular e nos princípios básicos de civilidade, de respeito à diversidade e redução das desigualdades sociais. Por isso, é preciso buscar inspiração no movimento de luta pela democracia e pela reforma sanitária brasileira, que fundou o projeto SUS, nos anos 70, para construir uma saída que devolva o Brasil aos brasileiros, e isso começa pela Câmara Municipal.

Contudo, se olhamos o passado é para fazer um futuro diferente. A representação tradicional dos mandatos não é mais suficiente para responder as expectativas da população, por isso a ColetivA não é uma candidatura de uma pessoa. Queremos romper com o modelo personalista e fazer com que o exercício da política seja mais democrático. O mandato terá a combinação de três instâncias: a covereança, o colegiado com representações da sociedade civil e uma rede ampla de apoiadoras e apoiadores, que irão contribuir em assembleias. Somos covereadoras (es) com trajetórias diversas que, mesmo estando em trincheira diferentes, temos em comum a militância pela vida plena e pelo Sistema Único de Saúde como um patrimônio do povo brasileiro.

RESISTÊNCIA

Apesar da maré, BH resiste e seu povo rema com força contra a corrente de ódio e autoritarismo, preenche de vida as ruas da cidade com o Carnaval que é popular, é político e é de luta. Resiste na cultura popular dos aglomerados, do povo preto e das religiões de matriz africana com seus terreiros. Resiste nos Conselhos Populares, na luta antimanicomial, pelo direito à moradia, ao transporte e à educação pública de qualidade. Resiste nas mulheres, que hoje são a maioria das lideranças dos movimentos populares.

VOZ COLETIVA

Por isso decidimos ocupar o espaço institucional da Câmara Municipal em Belo Horizonte. Para dar voz aos usuários e usuárias do SUS e a todas aquelas e aqueles que têm ficado de fora das políticas públicas. Queremos ser a imagem das mulheres, das negras e negros, dos LGBTQIA+ num mandato plural.
Vamos juntas construir a muitas mãos a cidade que sonhamos e que merecemos!
Pela vida no centro das decisões!

Coletive-se!